Novo, belo dia;
Me desperta o corpo, mas não “estico” a retina
Imagens se formam sobre a musica e sua rotina;
O que espero de ti dia?
Sobre os entrelaços me desconjunta a cintura,
Bailarei no dia em seu entardecer frio pensando em “lá”, seja qualquer fato, mas sem programar!
Densifico a embriaguez; Ah os ruídos do largo espaço tão curto no pensar,
Lavarei com saliva meu processo metanóico sem me apavorar...
Ora! Se um dia orvalho na gota sem eira;
Na noite, geada, quem sabe se há lua, talvez também haja beira.
Fome e fartura, descontentamento e alegria, prazer e dor;
Covardia e coragem; desistência e perseverança ...Foi a força que enfraqueceu a fraqueza.
Que não me desespere, tudo confirma que vive minh‘alma!
Se em breve, e se ontem?
Tudo é lembrança que o Audível se fará inaudível;
O olfato me fará voltar...
Desacelero para meditar,
Desacelero, pois é bom parar
Primeiro se inspira, pra depois soltar!
Continuando o Sol,
Continuando só.
Emanuelle Rocha Lima.
Nº do Registro de direitos autorais : 369.878 : Livro 685 Folha : 25
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